terça-feira, 25 de agosto de 2009

SAUDADE

Sou uma infeliz que vagueio pelas ruas da vida à procura. Procuro-me, procuro-te e não me encontro, não te acho. Observo o vento e sinto a chuva. Sinto o calor das roupas quentes no corpo mas o vazio nenhuma consegue aquecer. Levanto-me da cadeira e ela arrefece tal como a tua presença no meu passado. Sou uma infeliz nestas ruas onde não me encontro...Monotomias ridículas em cada esquina que nos impedem de sentir o vento a brincar.
07/08/2009

Pensamento Budista

A nossa existência é transitória como as nuvens de Outono. Observar o nascimento dos seres é como olhar os momentos da dança. A duração da vida é como o brilho de um relâmpago no céu, como uma torrente que se precipita montanha abaixo.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Não se calem...

Calam-se as vozes, cala-se o vento , cala-se a esperança! Não deixem que isto aconteça. Não se calem!!! Basta de injustiças.

sábado, 5 de julho de 2008

Mentirosos aqueles que decidem acreditar...

Aquela frase "pipi" que diz: "se é o sonho que nos guia, a nossa vida nunca será podre", passa a ser definitavamente paradigmática na minha vidinha! Porra, para quê iludir?! Culpo quem a escreveu mas, por outro lado compreendo o indivíduo, até porque quando a escreveu não vivia na nossa época! Se ele a escrevesse agora, seria mais do tipo "se é o sonho que nos guia, bem podes tirar o cavalinho da chuva e andar molhado a toda a hora"!

terça-feira, 15 de abril de 2008

reflexão

"À margem de se saber se a vida tem ou não um sentido último, o sentido, propósito e significado da existência é o que cada um sabe dar-lhe a cada momento. Olhamos para tão longe que não vemos o temos ao lado. Cada instante conta e podemos enchê-lo de plenitude, e podemos até aprender a elevar o rotineiro ao plano do sublime. Visto que todos fazemos parte deste mistério prodigioso e por vezes, é certo, pavoroso, que é o da existência, há que dar valor a cada momento para encontrar o seu próprio peso específico e convertê-lo num instrumento para a sua concretização."
CALLE, Ramiro; "Os melhores contos espirituais do oriente; A esfera do livro; Lisboa , 2006."

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Mais uma vez, saudades

A comida dançava ao som da música indiana, pelo meu esófago dentro. Sinto-me mais uma vez estupidamente só. As saudades? Imensas! O teu sorriso inesquecível! Onde estás? Queria tanto falar contigo, tenho tanto para te contar. Partiste sem avisar e nem sequer me deste a oportunidade de te dizer o quanto foste importante. Aí saudade, saudade…

(2006.07.25)

Quem sou? Ninguém. Apenas eu!

O corpo é um vício. É importante pois cativa, chama a atenção, acende paixões, dá-nos prazer e alegria, mas não nos diz quem realmente somos!
(2006.06.29)